VI Maratona do Vinho em Bento Gonçalves

VI Maratona do Vinho em Bento Gonçalves

Domingo foi dia de apoiar a saúde. 

A Pratomil foi a patrocinadora oficial da  VI Maratona do Vinho em Bento Gonçalves, e distribuiu frutas durante o evento.

O evento reuniu 1.200 atletas de todo o Brasil.

Participaram da prova: atletas maratonistas de alto rendimento, atletas amadores, representantes de academias, clubes, associações, grupos de amigos e familiares em busca de harmonia e saúde perfeita.

Na busca constante pela alimentação saudável a Pratomil apoia esta ideia!

O que acontece quando você caminha 30 minutos por dia

O que acontece quando você caminha 30 minutos por dia

Praticar a atividade por meia hora já é suficiente para mexer tanto com seu corpo quanto com sua mente

Queima mais calorias

Dá para eliminar até 150 calorias ao sair pra dar uma voltinha de 30 minutos no quarteirão. É que o corpo em movimento eleva a temperatura interna e acelera o metabolismo. Perfeito pra compensar aquele brigadeiro que você comeu depois do almoço.

Mantém a mente zen
Caminhar tem efeito calmante e isso vale tanto para quem gosta de andar no parque quanto pela cidade. Para potencializar a sensação de tranquilidade, faça o download de um aplicativo de meditação e aproveite ainda mais o passeio.

Controla a fome
A caminhada, que nada mais é que um exercício de deslocamento, acaba agitando o suco gástrico no estômago. “O resulta disso é a redução da sensação de fome”, conta Dinei Siqueira, educador físico da Bodytech Eldorado, em São Paulo.

by www.boaforma.com.br

Arroz e feijão: uma combinação importante para a saúde

Arroz e feijão: uma combinação importante para a saúde

Arroz e feijão: uma combinação importante para a saúde

Ingredientes de um prato típico da cozinha brasileira, o arroz e o feijão formam uma importante combinação que fornece todos os aminoácidos essenciais para o corpo.

 

 
O arroz com feijão é uma comida típica do brasileiro

Um dos pratos mais apreciados pelos brasileiros é o tradicional arroz com feijão. Esses dois alimentos, além de saborosos, são importantes nutricionalmente, o que nos permite uma alimentação gostosa e, ao mesmo tempo, saudável. Entretanto, atualmente, é possível perceber uma redução no consumo desses alimentos e um aumento do consumo de alimentos industrializados. Infelizmente, essa substituição pode não ser saudável ao organismo. Mas, afinal, por que o arroz e o feijão são alimentos tão importantes?


→ Por que o arroz e o feijão são uma importante combinação?

O arroz e o feijão são importantes porque fornecem aminoácidos essenciais necessários à nossa saúde. Os aminoácidos são moléculas que formam as proteínas e são chamados de essenciais porque não são produzidos pelo corpo e, por isso, precisam ser conseguidos na alimentação.

O arroz é rico nos aminoácidos metionina e cisteína, porém é pobre no aminoácido lisina, assim como os outros cereais. O feijão, por sua vez, apresenta todos os aminoácidos essenciais, sendo inclusive rico em lisina, mas é pobre em metionina e cisteína (aminoácidos sulfurados). Percebe-se, portanto, que o arroz e o feijão completam-se, pois, juntos, garantem que nosso corpo obtenha todos os aminoácidos essenciais.


→ Arroz e feijão são importantes apenas por fornecer aminoácidos?

Além de fornecerem aminoácidos importantes para a síntese de proteínas, arroz e feijão apresentam importantes nutrientes necessários à saúde. arroz, por exemplo, constitui uma relevante fonte de energia (carboidrato) e ainda possui fosfato, ferro, cálcio e vitaminas B1 e B2. Caso seja feito o consumo do arroz integral, são fornecidas também as fibras, essenciais para o funcionamento adequado do intestino e a prevenção de algumas doenças, como câncer colorretal, obesidade e diabetes. Não podemos esquecer de que o arroz apresenta quantidade baixa de sódio e taxas pequenas de gordura.

feijão, por sua vez, fornece também importantes nutrientes, tais como o ferro, fósforo, magnésio, manganês e vitaminas do complexo B. Ele ainda é rico em fibras e tem função antioxidante. Vale destacar também que o feijão apresenta pouco teor de sódio e gordura.

Portanto, o arroz com feijão não é apenas uma combinação tradicional de nossa culinária. Esse prato simples e saboroso proporciona uma série de nutrientes importantes para o funcionamento do organismo. Lembre-se, então, que trocar um prato de arroz com feijão por uma comida de fast food pode trazer prejuízos à sua saúde.

by Mundo Educação

Anemia não é só falta de ferro; saiba outros fatores e como evitar

Anemia não é só falta de ferro; saiba outros fatores e como evitar

As carnes, principalmente a vermelha, são a melhor fonte do mineral; boa saúde intestinal também é importante para ajudar na absorção;

A anemia é causada, principalmente, pela falta de ferro no sangue. Porém, a condição pode estar associada à carência de outras vitaminas que, por exemplo, ajudam na absorção do mineral. Além disso, manter a boa saúde do intestino é fundamental nesse processo.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a anemia ocorre quando o número de hemácias (células presentes no sangue) ou sua capacidade de transportar oxigênio é insuficiente para atender às necessidades fisiológicas.

 

Esse transporte é de responsabilidade da hemoglobina, proteína que fica dentro das hemácias. "A hemoglobina é formada por vários nutrientes, não só ferro. Se o resultado do hemograma estiver alterado [para o ferro], tem de pensar nos outros [componentes]", explica a nutricionista funcional Camila Laranja.

Outras carências associadas à anemia, segunda ela, são de vitamina A, vitamina B12, zinco e ácido fólico. "Para o funcionamento normal do organismo, esses nutrientes têm de estar em sincronia, em níveis ideais. Se falta um, afeta o outro", diz a especialista.

A perda excessiva de sangue durante a menstruação, por exemplo, pode ser fator de risco para as mulheres, uma vez que há perda de ferro também. Por isso - e para todas as pessoas -, além de manter uma alimentação rica no mineral, é preciso ingerir alimentos que vão contribuir para sua absorção e evitar os que prejudicam.

A vitamina C é um dos aliados para isso quando a anemia é causada por falta de ferro. Um estudo feito com crianças comprovou que o suco de laranja - rico nessa vitamina - potencializa a absorção do ferro quando consumido junto a um alimento enriquecido com o mineral.

Intestino em dia. Para que o ferro seja devidamente absorvido pelo organismo, a nutricionista afirma que tanto o estômago quanto o intestino precisam estar íntegros. As alterações no metabolismo, e que podem prejudicar esse processo, geralmente ocorrem em idade mais avançada.

"Às vezes, o idoso, por deficiência de ácido no estômago, não absorve as vitaminas, como zinco e B12, que precisam dessa carga ácida [para serem metabolizadas]", explica Camila. A redução do ácido gástrico, essencial para a digestão, decorre de mudanças na estrutura e composição celular devido ao envelhecimento. Por isso, esse grupo populacional é de risco para o desenvolvimento de anemia.

Para manter o equilíbrio intestinal e do estômago, a especialista recomenda evitar alguns produtos na alimentação: os industrializados (pela presença de aditivos que prejudicam a permeabilidade do intestino), açúcar, excesso de leite e derivados e trigo (esses dois últimos devido ao potencial alergênico).

Alimentos contra e a favor. Segundo a nutricionista funcional, as carnes, principalmente a vermelha, são a melhor fonte de ferro. Aqui, ela comenta que há pacientes que, mesmo consumindo esses alimentos, apresentam deficiência do mineral. O problema geralmente ocorre porque a quantidade não é adequada ou o intestino está alterado.

Para quem não consome alimentos de origem animal, ela indica leguminosas, como feijão, lentilha, grão de bico, além de oleaginosas, como castanhas, cereais e aveia. Camila diz que alguns vegetarianos e veganos conseguem ter bons níveis de ferro no sangue com uma alimentação equilibrada. Caso exames comprovem alteração, pode-se recorrer a suplementos livres de componentes de origem animal.

Já algumas combinações não são recomendadas. "Alimentos muito ricos em cálcio com [alimentos ricos em] ferro não são interessantes", orienta a nutricionista. Quando consumidos em alimentos separados, ambos vão 'competir' entre si, o que pode diminuir a absorção.

Porém, se o cálcio e o ferro estiverem no mesmo alimento (como nas leguminosas), os níveis ficam balanceados. A especialista recomenda evitar ainda excesso de café, chás com cafeína e bebida alcoólica por alterarem a permeabilidade intestinal ou comprometer a absorção.

Mais do que tudo, Camila diz que é preciso encarar os alimentos não apenas como um meio de matar a fome ou como ricos em determinadas vitaminas e nutrientes. "Eles podem ter efeito funcional além das propriedades básicas. Se pensarmos em especiarias, ervas e temperos, a maioria é antioxidante, o que evita o envelhecimento das células".

by. www.terra.com.br

Nutrição 4P: uma nova forma de encarar a alimentação e a saúde

Nutrição 4P: uma nova forma de encarar a alimentação e a saúde

Professor explica por que o foco na prevenção (inclusive à mesa) é decisivo para contra-atacar os principais males da humanidade

A alimentação pode ser individualizada a cada pessoa. (Foto: Alex Silva/A2 Estúdio)

As doenças crônicas, em especial a obesidade, o diabetes, os problemas cardiovasculares e o câncer, representam enormes desafios para a nossa sociedade. As projeções são bastante preocupantes e indicam aumento drástico de novos casos e mortes associadas nas próximas décadas, principalmente nos países em desenvolvimento como o Brasil. Esse cenário gera questionamentos sobre as limitações do modelo vigente de atenção à saúde e exige uma mudança urgente de paradigma.

É em tal contexto que surgem novas propostas de atuar na prevenção e no controle dessas doenças. Em um artigo recente, de autoria de cientistas de vários centros de pesquisa pelo mundo, os estudiosos se debruçaram sobre os males cardiovasculares — principal causa de morte da atualidade — sob a perspectiva de um movimento chamado Medicina 4P (de preditiva, preventiva, personalizada e participativa).

Esses autores destacam que existe um continuum saúde/doença, que pode ser dividido em quatro etapas principais. Na primeira fase (A), o indivíduo encontra-se em um estado de saúde e apresenta a capacidade de lidar com fatores estressores, tanto fisiológicos como psicológicos.

Na transição para a fase B, o acúmulo de exposições a elementos prejudiciais como má alimentação e sedentarismo induz alterações sutis que indicam sinais precoces de doenças — caso do aumento da pressão arterial, da glicemia e dos níveis de gordura no sangue. Frequentemente, o indivíduo desconhece o que está acontecendo e nem percebe sintomas.

A transição para a etapa C, em que ocorre a manifestação de sinais mais graves como dor no peito e falta de ar, se desenrola de maneira lenta. E é só a partir daí que, em geral, se inicia o cuidado tradicional em saúde. Por isso dizemos que ele é reativo em sua essência. Apesar desses cuidados, sabemos que muitas pessoas caminharão para a última etapa daquele continuum: os desfechos das doenças cardiovasculares, caso de infarto e derrame.

O que se sabe é que tanto essas condições, como outras enfermidades crônicas não transmissíveis, tendem a se desenvolver num período de décadas. Portanto, do ponto de vista da medicina 4P, o foco deve ser mudado do tratamento (modelo reativo) para a prevenção (modelo proativo).

Acontece que o conceito de 4P pode também ser alinhado à nutrição. E a alimentação tem um importante papel na prevenção das doenças crônicas. Nos estágios iniciais do continuum saúde/doença, as alterações metabólicas, celulares, bioquímicas e genômicas são sutis e passíveis de serem normalizadas pela atuação de nutrientes e compostos bioativos dos alimentos. Claro que, via de regra, eles apresentam uma potência mais baixa e uma menor seletividade quando comparados a medicamentos.

Além disso, o aspecto de personalização — bastante incorporado na medicina — também vem sendo considerado na nutrição. Já há até um campo de estudo para isso, a nutrigenômica. Esse aspecto se baseia na constatação de que duas pessoas que ingerem a mesma refeição podem apresentar respostas metabólicas e genéticas bastante distintas. Fatores que podem influenciar essa variabilidade individual e o próprio risco para determinadas doenças incluem os genes de cada um e o microbioma intestinal (conjunto de micro-organismos que vive no aparelho digestivo).

As pesquisas atuais investigam como essas características interferem com o estilo de vida (alimentação, sono, atividade física…) e impactam nesse continuum saúde/doença.

Finalmente, temos o lado participativo do conceito 4P, e que é bastante relevante para a nutrição. Se por um lado temos cidadãos mais proativos e informados, por outro temos de lembrar que o acesso disseminado às notícias e orientações sobre saúde e alimentação na internet e nas redes sociais nem sempre leva a informações consistentes do ponto de vista científico. É essencial que os profissionais de saúde reconheçam essa tendência de mudança de atitude do paciente, que hoje até pode discutir as condutas prescritas no consultório, para criar uma interação mais participativa e efetiva.

Ao incorporar o modelo dos 4Ps na área da nutrição, estimularemos a mudança de paradigma na atenção em saúde e contribuiremos para que tenhamos uma maior ênfase na prevenção e no indivíduo.

* Thomas Prates Ong é farmacêutico-bioquímico, livre-docente em nutrição humana, professor do Departamento de Alimentos e Nutrição Experimental da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP) e secretário-geral da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN)

9 benefícios da caminhada para o corpo e a mente

9 benefícios da caminhada para o corpo e a mente

Com a chegada do horário de verão fica mais fácil praticar atividades ao ar livre. Um dos exercícios mais simples é a caminhada, sem custos e sem restrições de idade.

Para estimular a adoção de hábitos saudáveis, listamos nove benefícios da caminhada que irão melhorar sua qualidade de vida. Acompanhe:

1. Melhora a circulação

Caminhar aproximadamente 40 minutos é capaz de reduzir a presão arterial durante 24 horas após o término do exercício. Isso acontece porque, durante a prática do exercício, o fluxo de sangue aumenta, levando os vasos sanguíneos a se expandirem, diminuindo a pressão.

A caminhada também faz com que a as válvulas do coração trabalhem mais, melhorando a circulação de hemoglobina e a oxigenação do corpo. Além disso, faz as artérias, veias e vasos capilares se dilatarem, tornando o transporte de oxigênio mais eficiente às partes periféricas do organismo, como braços e pernas. 

2. Pulmão mais eficiente

O pulmão também é bastante beneficiado pela caminhada. As trocas gasosas que ocorrem nesse órgão passam a ser mais poderosas quando a prática é frequente. Isso faz com que uma quantidade maior de impurezas saia do pulmão, deixando-o mais livre de catarros e poeiras. O exercício pode ajudar também a dilatar os brônquios e prevenir algumas inflamações nas vias aéreas, como bronquite.

3. Previne a osteoporose

O impacto dos pés com o chão tem efeito benéfico aos ossos. A compressão dos ossos da perna e a movimentação de todo o esqueleto durante a caminhada provocam estímulos elétricos, que facilitam a absorção de cálcio. O resultado: ossos mais resistentes e menos propensos a sofrerem com a osteoporose.

4. Afasta a depressão e aumenta o bem-estar

Durante a caminhada, nosso corpo libera uma quantidade maior de endorfina, hormônio responsável pela sensação de alegria e relaxamento. Quanto mais você caminha, mais endorfina seu organismo produz, gerando mais ânimo.

Especialmente quando realizada ao ar livre, a atividade pode melhorar significativamente a saúde mental, trazendo benefícios para o humor e a autoestima, independente da duração diária da prática.

5. Cérebro mais saudável

O mesmo efeito antienvelhecimento que a caminhada provoca para o corpo, pode ser visto também no cérebro, que aumenta seus circuitos e reduz os riscos de problemas de memória e falta de atenção.

Os estímulos aumentam a coordenação e fazem com que o cérebro seja capaz de responder a cada vez mais estímulos, sejam eles visuais, táteis, sonoros ou olfativos. 

6. Menos sonolência

A caminhada faz com que o corpo tenha um pico na produção de substâncias estimulantes, como a adrenalina, deixando-o mais disposto também depois dos exercícios. Somado a isso, ainda melhora a qualidade do sono noturno e reduz as chances de insônia.

7. Emagrecimento

Um dos benefícios mais famosos da caminhada, o emagrecimento é decorrente especialmente da queima de gorduras localizadas.

8. Protege contra derrames e infartos

Por ajudar a controlar a pressão sanguínea, caminhar é um fator de proteção contra infartos e derrames. A atividade também regula os níveis de colesterol no corpo, agindo tanto na diminuição da produção de gorduras ruins ao organismo – que têm mais facilidade de se acumular nas paredes dos vasos sanguíneos, causando derrames e infartos –, como no aumento da produção de HDL, mais conhecido como colesterol bom. 

9. Diabetes

A insulina, substância responsável pela absorção de glicose pelas células do corpo, é produzida em maior quantidade durante a prática da caminhada devido à maior circulação de sangue em todos os órgãos e ao estímulo das atividades do pâncreas e do fígado. Além disso, o treinamento aeróbico intenso produzido pela caminhada é capaz de reverter a resistência à insulina, fator importante para o desenvolvimento de diabetes.

(Fonte: www.doutorcoracao.com.br)

O que se deve comer antes e depois de fazer exercícios

A alimentação antes do treino é a mais importante. Segundo especialista, ela deve ser ajustada para o tipo de atividade

Quando ciclistas colombianos viajaram à França para competir pela primeira vez no famoso Tour de France, em 1984, levaram consigo um suplemento energético que nunca tinha sido visto naquelas estradas: a rapadura.

Esse alimento chamou tanta atenção que os colegas de outras equipes – e outras nacionalidades –, vendo os colombianos escalarem as montanhas "como se estivessem descendo", começaram a pedir um pedaço dos "tijolos" que eles comiam.

A utilização do açúcar como um aliado dos ciclistas é apenas uma anedota, mas revela uma verdade bem conhecida: alimentação é essencial para os atletas, especialmente porque é a fonte de energia para a competição.

Por isso, é importante saber qual é a melhor maneira de se alimentar na hora de fazer um exercício.